A torcida tricolor que viajou até a Argentina e assistiu ao duelo desta quarta-feira no estádio Juan Domingo Perón não se esquecerá tão cedo desta data. Em uma partida eletrizante, o Fluminense arrancou um ótimo empate em 2 a 2 com o Boca Juniors, pelo primeiro jogo das semifinais da Taça Libertadores.O resultado dá ao Tricolor excelente vantagem. Com os dois gols fora de casa, o time das Laranjeiras poderá empatar em 0 a 0 e 1 a 1 que se classifica para a final da competição. O primeiro tempo começou com um massacre ofensivo do Boca Juniors. Jogando com muita velocidade e passando a bola de pé em pé, o time argentino encurralou o Fluminense no campo defensivo até conseguir o objetivo final: o gol. Após dar alguns sustos, o Boca subiu pela direita com Palácios. O atacante passou fácil por Junior César e teve liberdade para cruzar. Muito bem colocado, Riquelme emendou de primeira com categoria e abriu o placar. Do jeito que a partida transcorria, parecia que viria mais sufoco pela frente. No entanto, o Tricolor mostrou logo em seguida que não chegou às semifinais à toa. Como fez contra o São Paulo na última quarta, o Flu partiu pra cima e descolou uma falta à esquerda da grande área. Em jogada ensaiada, Thiago Neves colocou no meio da área, na cabeça de Thiago Silva. O zagueiro cabeceou com estilo e deixou tudo igual, para delírio da pequena, mas barulhenta torcida tricolor no estádio. O empate deu uma freada no ímpeto dos argentinos, que não esperavam levar um gol naquele momento da partida. O Fluminense, por sua vez, arrumou seu meio-campo e passou a sair um pouco mais da defesa. Apesar disso, o Boca não deixou de ser perigoso quando chegava em bloco ao ataque. Em uma troca de passes rapidíssima, Chávez teve grande chance de fazer o segundo. O jogador recebeu na entrada da área e, com consciência colocou a bola no ângulo de Fernando Henrique. A bola bateu caprichosamente na quina da trave e saiu. O panorama do jogo não mudou na etapa final. O Boca seguiu engolindo o Flu, que mal conseguia passar da intermediária. Aos nove, Chavéz teve outra chance, mas desperdiçou novamente. Apesar de ter amplo domínio da partida, o time argentino chegou ao seu segundo gol em uma cobrança de falta. Após muita confusão e demora para a batida, Riquelme com a precisão de costume, colocou a bola no ângulo, sem chances para FH. O Tricolor mais uma vez não se abateu com a desvantagem e colocou o time em busca do empate. E por pouco que ele não veio aos 29. Junior César cruzou e Washington pegou de primeira. O goleiro Miglioli fez grande defesa e evitou o pior. No entanto, por uma daquelas ironias do futebol, foi o arqueiro o responsável pelo empate do Flu. Após rebatida da defesa, a bola sobrou limpa para Thiago Neves na meia-lua, que acertou uma pancada no meio do gol. O camisa 1 tentou segurar e acabou levando um frangaço. Melhor para o Flu, que segurou o empate de 2 a 2 e mostrou sua força também fora de casa.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
O empate ficou de bom tamanho?
A torcida tricolor que viajou até a Argentina e assistiu ao duelo desta quarta-feira no estádio Juan Domingo Perón não se esquecerá tão cedo desta data. Em uma partida eletrizante, o Fluminense arrancou um ótimo empate em 2 a 2 com o Boca Juniors, pelo primeiro jogo das semifinais da Taça Libertadores.O resultado dá ao Tricolor excelente vantagem. Com os dois gols fora de casa, o time das Laranjeiras poderá empatar em 0 a 0 e 1 a 1 que se classifica para a final da competição. O primeiro tempo começou com um massacre ofensivo do Boca Juniors. Jogando com muita velocidade e passando a bola de pé em pé, o time argentino encurralou o Fluminense no campo defensivo até conseguir o objetivo final: o gol. Após dar alguns sustos, o Boca subiu pela direita com Palácios. O atacante passou fácil por Junior César e teve liberdade para cruzar. Muito bem colocado, Riquelme emendou de primeira com categoria e abriu o placar. Do jeito que a partida transcorria, parecia que viria mais sufoco pela frente. No entanto, o Tricolor mostrou logo em seguida que não chegou às semifinais à toa. Como fez contra o São Paulo na última quarta, o Flu partiu pra cima e descolou uma falta à esquerda da grande área. Em jogada ensaiada, Thiago Neves colocou no meio da área, na cabeça de Thiago Silva. O zagueiro cabeceou com estilo e deixou tudo igual, para delírio da pequena, mas barulhenta torcida tricolor no estádio. O empate deu uma freada no ímpeto dos argentinos, que não esperavam levar um gol naquele momento da partida. O Fluminense, por sua vez, arrumou seu meio-campo e passou a sair um pouco mais da defesa. Apesar disso, o Boca não deixou de ser perigoso quando chegava em bloco ao ataque. Em uma troca de passes rapidíssima, Chávez teve grande chance de fazer o segundo. O jogador recebeu na entrada da área e, com consciência colocou a bola no ângulo de Fernando Henrique. A bola bateu caprichosamente na quina da trave e saiu. O panorama do jogo não mudou na etapa final. O Boca seguiu engolindo o Flu, que mal conseguia passar da intermediária. Aos nove, Chavéz teve outra chance, mas desperdiçou novamente. Apesar de ter amplo domínio da partida, o time argentino chegou ao seu segundo gol em uma cobrança de falta. Após muita confusão e demora para a batida, Riquelme com a precisão de costume, colocou a bola no ângulo, sem chances para FH. O Tricolor mais uma vez não se abateu com a desvantagem e colocou o time em busca do empate. E por pouco que ele não veio aos 29. Junior César cruzou e Washington pegou de primeira. O goleiro Miglioli fez grande defesa e evitou o pior. No entanto, por uma daquelas ironias do futebol, foi o arqueiro o responsável pelo empate do Flu. Após rebatida da defesa, a bola sobrou limpa para Thiago Neves na meia-lua, que acertou uma pancada no meio do gol. O camisa 1 tentou segurar e acabou levando um frangaço. Melhor para o Flu, que segurou o empate de 2 a 2 e mostrou sua força também fora de casa.
domingo, 25 de maio de 2008
Que jogaço!!

Show na arquibancada e em campo. Os 80 mil tricolores que foram ao Maracanã para ver o clássico entre Fluminense e São Paulo saíram extasiados. O Tricolor carioca venceu o paulista por 3 a 1 em uma partida emocionante do início ao fim. Washington desencantou e se tornou o herói da classificação do Flu para as semifinais da Libertadores.O clássico começou bastante estudado com as duas equipes se respeitando, mas o Fluminense logo teve o domínio da partida. Com Junior Cesar e Conca inspiradíssimos, o time de Renato Gaúcho encurralava o de Muricy Ramalho, que limitava-se a distribuir pontapés. Se esses dois canhotos estavam brilhando, outro canhoto decepcionou. Thiago Neves errou absolutamente tudo que tentou. Mesmo com o seu camisa 10 mal, o gol do Flu não demorou a sair. Junior Cesar chutou cruzado para a área, a defesa são-paulina rebateu para cima, Cícero escorou de cabeça, e o artilheiro Washington desviou para o fundo das redes, aos 12 minutos. Com esse gol, o Coração Valente afastou de vez um jejum que o perseguia há oito jogos. Depois de abrir o placar, o Fluminense cresceu na partida, e o São Paulo, claramente, sentiu o gol. Aplicadíssimo na marcação, o Tricolor carioca não dava espaços para o adversário criar, e a bola só chegou uma vez aos pés de Adriano, que não aproveitou. No fim da primeira etapa, o Flu quase ampliou a vantagem. Conca acertou o travessão de Rogério Ceni e, no rebote, Thiago Neves, cabeceou no susto para fora.No segundo tempo, os treinadores começaram a mexer nas equipes. Logo no início, Renato Gaúcho colocou Dodô no lugar de Arouca, e Muricy Ramalho respondeu com Aloísio no lugar de Dagoberto apostando em um ataque formado por dois centroavantes fixos. Com essas substituições o São Paulo cresceu na partida e aproveitava os espaços deixados pelo Fluminense que, com a saída de Arouca, ficou com o meio-campo despovoado, e a dupla Aloísio-Adriano levava bastante perigo ao gol de Fernando Henrique. A melhora do São Paulo foi evidente, e a superioridade se transformou em gol. Aloísio cruzou na área, e Adriano, livre de marcação, só teve o trabalho de empurrar para o fundo da rede e empatar a partida. Porém, o Flu não sentiu o gol e fez o segundo logo em seguida. Conca lançou Dodô na área, que ignorou o cansaço e deixou os cariocas novamente em vantagem. A partida ficou dramática mas a noite era do Fluminense. Aos 48, Thiago Neves cobrou escanteio na cabeça de Washington, que fez o Maracanã explodir de alegria. Comemora Fluzão, a vaga é sua!
Grêmio acaba com a alegria do Náutico

Porto Alegre, RS — Ontem, no Estádio Olímpico, o Grêmio não tomou conhecimento do Náutico, que liderava o campeonato com duas vitórias nas duas primeiras rodadas do Brasileiro. Com gols do zagueiro Léo e do colombiano Perea, o Tricolor gaúcho venceu o time pernambucano por 2 a 0 e conquistou sua segunda vitória na competição.A partida começou equilibrada, com o Náutico bem fechado e tentando explorar os contra-ataques. Mas o Grêmio, com mais posse de bola, logo foi tomando conta da partida, e aos 32 minutos, conseguiu abrir o placar com o zagueiro Léo. No segundo tempo, o panorama mudou, e foi o Tricolor que jogou mais fechado, procurando sair rápido nos contra-ataques, e foi em um deles que o colombiano Perea recebeu em profundidade, se livrou do marcador e chutou de canhota para fechar o placar: 2 a 0.Na próxima rodada, as duas equipes terão times cariocas como adversário. O Grêmio vai a São Januário enfrentar o Vasco, no sábado,enquanto o Náutico recebe o Botafogo, domingo, no Estádio dos Aflitos.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Reservas do Flu perdem para o Náutico

Com um time repleto de reservas, o Fluminense foi derrotado por 2 a 0 pelo Náutico no Maracanã, neste domingo, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. A equipe tricolor desperdiçou um pênalti quando o jogo ainda estava 0 a 0. Carlinhos cobrou com força, mas o goleiro Eduardo pulou no lado certo e não deu rebote. Wellington, aos 26 do segundo tempo e Warley, aos 49, marcaram os gols da partida.Com este resultado, O Tricolor carioca caiu para a 17ª posição na tabela, com apenas um ponto conquistado. Já o time pernambucano conseguiu sua segunda vitória, tendo assim 100% de aproveitamento na competição. O time está na liderança isolada do Brasileiro, com seis pontos. Agora, o Fluminense volta todas as suas atenções para a 'decisão' pelas quartas-de-final da Taça Libertadores, contra o São paulo, quarta-feira, no Maracanã. O time das Laranjeiras perdeu o jogo de ida por 1 a 0 no Morumbi e agora precisa vencer por 2 a 0 para avançar às semifinais da competição sul-americana.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
São Paulo X Fluminense

As melhores defesas da América. Assim podem ser definidas as linhas defensivas de Fluminense e São Paulo, que sofreram apenas quatro jogos na Libertadores. O time das Laranjeiras teve a melhor defesa da primeira fase, com apenas três gols sofridos, já o Tricolor Paulista sofreu os quatro gols na fase de grupos mas passou as oitavas-de-final sem ter sua meta vazada.
No Fluminense, a atenção sempre ficou para os atacantes e meias, mas o sistema defensivo vem sendo muito importante para uma campanha sólida na competição continental. Thiago Silva, chamado de melhor zagueiro do Brasil pela torcida, desfalca o time no jogo desta quarta-feira e será substituido por Roger, que já jogou 62 jogos em sete participações na Libertadores. Pelo lado são-paulino, a volta de Alex Silva, que já participou das convocações da Seleção de Dunga, deu maior segurança à defesa, que vinha sofrendo críticas. Ao lado de Miranda, seu companheiro de zaga, ele vem aparecendo também no ataque e tentando o gol. Na partida contra o Grêmio, pelo Brasileirão, chegou a ser escalado como centroavante no fim da partida, numa tentativa do técnico Muricy Ramalho de fazer o gol de empate.
No Fluminense, a atenção sempre ficou para os atacantes e meias, mas o sistema defensivo vem sendo muito importante para uma campanha sólida na competição continental. Thiago Silva, chamado de melhor zagueiro do Brasil pela torcida, desfalca o time no jogo desta quarta-feira e será substituido por Roger, que já jogou 62 jogos em sete participações na Libertadores. Pelo lado são-paulino, a volta de Alex Silva, que já participou das convocações da Seleção de Dunga, deu maior segurança à defesa, que vinha sofrendo críticas. Ao lado de Miranda, seu companheiro de zaga, ele vem aparecendo também no ataque e tentando o gol. Na partida contra o Grêmio, pelo Brasileirão, chegou a ser escalado como centroavante no fim da partida, numa tentativa do técnico Muricy Ramalho de fazer o gol de empate.
domingo, 11 de maio de 2008
O Vitória pensou que ia ser fácil ganhar no Brasileirão...

O Cruzeiro estreou com vitória no Brasileirão 2008. O time mineiro bateu o Vitória por 2 a 0, gols de Marcelo Moreno e Bida, contra, neste sábado, na casa do adversário.
O primeiro tempo foi agitado em Salvador. As duas equipes buscavam o gol, mas os donos da casa esbarravam na falta de qualidade técnica. O Cruzeiro começou melhor e abriu o marcador logo aos 2 minutos de jogo. Ramires tabelou com Marquinhos Paraná e arriscou da entrada da área. Ney não segurou e Marcelo Moreno completou de perna direita.
O Vitória estava muito confuso em campo e não conseguia tocar a bola. Aos 8 minutos, o goleiro Ney saiu do gol e errou ao tentar chutar a bola. Marcelo Moreno ficou com a sobra, mas foi travado por Leonardo Silva.
Os baianos melhoraram e passaram a assustar a equipe mineira. Aos 13 minutos, Ramon foi derrubado por Charles na entrada da área. Ele mesmo cobrou a falta e levou perigo ao gol de Fábio.
Aos 17 minutos, Ricardinho fez linda jogada, bateu de perna esquerda e quase empatou a partida para o time baiano. A bola passou raspando a trave. O time da casa continuou assustando e quase empatou o jogo. Bida cobrou falta e Fábio fez uma defesa espetacular.
O Cruzeiro voltou a comandar e quase marcou o segundo com Ramires. O meia recebeu passe de Bruno, driblou o goleiro Ney e bateu para fora, com o gol vazio. Aos 27, foi a vez de Guilherme perder uma chance incrível. O atacante foi lançado, tentou o toque de cobertura e Ney conseguiu cortar com um tapinha.
Aos 40 minutos de jogo o Cruzeiro conseguiu aumentar sua vantagem. Bruno recebeu na área e Bida, ao tentar cortar, chutou a bola contra o corpo do cruzeirense e Ney nada pôde fazer. Cruzeiro 2 a 0.
O técnico do Vitória, Vágner Mancini, mexeu no intervalo, mas as alterações não surtiram efeito e o time da casa permanecia sem conseguir atacar comqualidade. A partida caiu muito na segunda etapa e o Cruzeiro apenas administrava a vantagem. Até que, aos 17 de minutos, Marcelo Moreno recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso de campo. O atacante foi advertido por duas vezes da mesma maneira: foi lançado em posição irregular e chutou após o apito do árbitro.
Daí em diante o goleiro da Raposa Fábio se transformou no nome do jogo. O Vitória aproveitou a vantagem numérica e partiu para o ataque. Aos 22, Jackson arriscou da intermediária e Fábio espalmou para escanteio.
Faltando 15 minutos para o encerramento, Marquinhos acertou um lindo chute de perna esquerda. O goleiro cruzeirense fez mais uma defesa milagrosa. Em seguida Marquinhos soltou uma bomba de fora da área, a bola bateu no travessão e voltou nos pés de Jackson. O meia bateu forte, Espinoza desviou e Fábio salvou os mineiros mais uma vez.
Aos 37 minutos, o técnico Adilson Batista tirou Maicossuel e colocou Elicarlos. O meia havia entrado aos 11 da segunda etapa.
Apesar da insistência do Vitória, a Raposa conseguiu se segurar e voltou para casa com os três pontos conquistados.
As duas equipes voltam a campo no próximo sábado. Os mineiros recebem o Botafogo, no Mineirão. Já os baianos vão até Recife encarar o Sport.
O primeiro tempo foi agitado em Salvador. As duas equipes buscavam o gol, mas os donos da casa esbarravam na falta de qualidade técnica. O Cruzeiro começou melhor e abriu o marcador logo aos 2 minutos de jogo. Ramires tabelou com Marquinhos Paraná e arriscou da entrada da área. Ney não segurou e Marcelo Moreno completou de perna direita.
O Vitória estava muito confuso em campo e não conseguia tocar a bola. Aos 8 minutos, o goleiro Ney saiu do gol e errou ao tentar chutar a bola. Marcelo Moreno ficou com a sobra, mas foi travado por Leonardo Silva.
Os baianos melhoraram e passaram a assustar a equipe mineira. Aos 13 minutos, Ramon foi derrubado por Charles na entrada da área. Ele mesmo cobrou a falta e levou perigo ao gol de Fábio.
Aos 17 minutos, Ricardinho fez linda jogada, bateu de perna esquerda e quase empatou a partida para o time baiano. A bola passou raspando a trave. O time da casa continuou assustando e quase empatou o jogo. Bida cobrou falta e Fábio fez uma defesa espetacular.
O Cruzeiro voltou a comandar e quase marcou o segundo com Ramires. O meia recebeu passe de Bruno, driblou o goleiro Ney e bateu para fora, com o gol vazio. Aos 27, foi a vez de Guilherme perder uma chance incrível. O atacante foi lançado, tentou o toque de cobertura e Ney conseguiu cortar com um tapinha.
Aos 40 minutos de jogo o Cruzeiro conseguiu aumentar sua vantagem. Bruno recebeu na área e Bida, ao tentar cortar, chutou a bola contra o corpo do cruzeirense e Ney nada pôde fazer. Cruzeiro 2 a 0.
O técnico do Vitória, Vágner Mancini, mexeu no intervalo, mas as alterações não surtiram efeito e o time da casa permanecia sem conseguir atacar comqualidade. A partida caiu muito na segunda etapa e o Cruzeiro apenas administrava a vantagem. Até que, aos 17 de minutos, Marcelo Moreno recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso de campo. O atacante foi advertido por duas vezes da mesma maneira: foi lançado em posição irregular e chutou após o apito do árbitro.
Daí em diante o goleiro da Raposa Fábio se transformou no nome do jogo. O Vitória aproveitou a vantagem numérica e partiu para o ataque. Aos 22, Jackson arriscou da intermediária e Fábio espalmou para escanteio.
Faltando 15 minutos para o encerramento, Marquinhos acertou um lindo chute de perna esquerda. O goleiro cruzeirense fez mais uma defesa milagrosa. Em seguida Marquinhos soltou uma bomba de fora da área, a bola bateu no travessão e voltou nos pés de Jackson. O meia bateu forte, Espinoza desviou e Fábio salvou os mineiros mais uma vez.
Aos 37 minutos, o técnico Adilson Batista tirou Maicossuel e colocou Elicarlos. O meia havia entrado aos 11 da segunda etapa.
Apesar da insistência do Vitória, a Raposa conseguiu se segurar e voltou para casa com os três pontos conquistados.
As duas equipes voltam a campo no próximo sábado. Os mineiros recebem o Botafogo, no Mineirão. Já os baianos vão até Recife encarar o Sport.
sábado, 10 de maio de 2008
Vexaaammmmeee....
A torcida do Flamengo não se conforma com a derrota para o América do México, aquele 3x0 três dias depois de vencer o Campeonato Carioca não desce. As tentativas de justificar o excesso de confiança que o time demonstrou antes do jogo são inúmeras. Apesar de tudo até o final do jogo a torcida não abandonou o time, gritando, cantando e tentando levar os jogadores pra frente, mas não obteve resultado...
E o mengão está fora da Libertadores.
O que era pra ser uma despedida feliz de Joel Santana (ex-técnico do Flamengo) foi um verdadeiro fiasco, mas as boas recordações do time sob o comando desse grande técnico vão permanecer na lembrança da nação rubro-negra.
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